Tecnologia à favor da segurança residencial

Equipamentos e empresas de seguro residencial podem ajudar, 

mas não devem ser apenas a única alternativa

O seguro residencial tem crescido a cada ano. De acordo com a FenSeg, a porcentagem de moradias com seguro no Brasil registrou 14,5% de domicílios com proteção em 2017, contra 13,3% do ano anterior. São 800 mil novos seguros – que reflete também no crescimento de vendas de aparelhos de segurança. Por isso, é cada vez mais comum vermos câmeras, alarmes e outros dispositivos instalados em casas e prédios. Apesar disso, será o suficiente para manter a residência segura?

Cansamos de ver nos últimos anos, a insegurança e os planejamentos da população para evitar certos tipos de ações. Os criminosos estão esquematizando ações e é necessário ter o mesmo procedimento da parte da população, que precisa se precaver. A instalação de sistemas de segurança é eficaz e imprescindível. O circuito interno de câmeras pode inibir ações maldosas e, em caso de tentativa de roubo ou assalto, alarmes e botões de pânico podem fazer com que a ajuda chegue mais rápido. Além disso, sensores e cercas elétricas na parte externa podem repelir, em primeiro momento, qualquer pessoa mal-intencionada.

É recomendável que a implantação e o monitoramento desses aparelhos sejam feitos por pessoas treinadas e especializadas por empresas terceirizadas, que conhecem as normas de segurança e sabem sobre toda a rotina e medidas de segurança que devem ser tomadas, a fim de prevenir incidentes e garantir segurança aos moradores e transeuntes de um condomínio. Terceirizar significa transferir o gerenciamento da mão de obra do local de moradia para uma empresa especializada na gestão de serviços, assim modernizando a sua estrutura, ganhando agilidade, segurança, profissionalismo e gerando soluções.

O local onde o porteiro fica também deve ser bem equipado. A guarita deve ser cega para quem observa do lado de fora, mas de visibilidade total na parte interior, para que o porteiro possa ter visão 100% dos arredores. O lugar também deve ser bem arejado, oferecer conforto e equipamentos necessários ao funcionário, para que ele possa desempenhar o seu papel de forma eficiente. Manter o profissional informado também é uma forma de precaver infortúnios.

É preciso levar em consideração que a guarita é o centro de trabalho estratégico na segurança de um condomínio, o principal ponto na estrutura de segurança, pois é a partir de sua total rendição que se desencadeiam as ações criminosas. Se a portaria ainda não foi planejada ou não possui nenhum destes itens descritos, os moradores precisam se reunir e mobilizar para estimular a adequação a estes padrões de segurança, para garantir o conforto dos moradores.

Artigo de:

Amilton Saraiva, especialista em condomínios da GS Terceirização

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